sábado, 6 de setembro de 2008

3ª postagem de hoje G_G



Lembrei da questão da Caxemira BDD E se eu fizer mais um post inútil hoje, podem me bater '-'

Sabe, a questão da Caxemira foi a questão que marcou a minha vida 8D Sim.

Reflitam ¦V /quack :

" A Caxemira é:

a) blábláblá

b) béébébébéé

c) *Kich*

d) ¦V /quack

e) Disputada namorada de Zé Bob, que cansado de correr atrás de Donatella e Flora escolheu a Caxemira

Eu: UYSAGUYSGUAGSYUAGYUSGA! 8D 8D 8D /lolwut?;

A_A Foram bons 2 minutos de duração de risada BDDD E bons dois minutos de todo mundo olhando pra minha cara :D Enfim. Foi legal. /cu.

Eu queria conhecer uma pessoa da Lituânia. Ou alguém da Caxemira BDD Preferencialmente da Caxemira. Alguém está contanto quantas vezes eu escrevo Caxemira nesse post? e_ê.

Estou puta de vida com a Jessy u_u Porque ela fez uma death fic do Uruha x Aoi D: E eu não gostei [mentira, eu adorei] e eu vou me jogar da escada se eu não conseguir ver a Manu e o Yoon ;3;.

Quero uma lhama D: Eu já disse isso, ne?.

Eu quero voltar a ter aulas de kanji com o Shouzo D: *ajoelha e pede clemência a Del'z* ÇÇENHÔ MEL BON PASTÔ, AJUDAI-MA-ME!! Ç_Ç.

Saudade da Karin também ;3; Mano, é foda ficar longe das pessoas u_ú Eu dou o Ruki se alguém me ensinar a técnica do tele-transporte \õ/.

(8) Jo~ ken~ po~! (8) Jogay isso o dia todo 8D Droga de jogo divertido *Mesozóica ever* Quero fazer amigos o3o *carente* Os daqui são todos feitos de plástico D: Que acham que o Miyabi é viado e que pensam que o Uruha é uma garota bonita ¦V /quack.

Estou com vontade de escrever coisas inúteis aqui o_o Isso é mal. As pessoas não costumam ter paciência pra ler tudo isso DDD: .

EU QUERO DANÇAR PARAPARA! AwA.

(8) Nori nori nori ~ ~ ~ Nori nori nori... (8) *tantantannanandan tantantannanandan tantantannanandan tantantannanandan* G_G Aqui no fim de mundo onde moro ninguém dança DDR D: .

E por falar em DDR, meus baixinhos *Ruki, Kyo e Hyde na platéia* queria passar umas dancinhas de DDR para vocês *aponta* treinarem em casa ou pelo menos verem o que eu faço em vez de estar estudando para a faculdade 8D .

Nori nori nori: http://www.youtube.com/watch?v=N5A5oTh3v4k

Ike Ike: http://www.youtube.com/watch?v=pYqjeB7Q-g4

Odore! Soran: http://www.youtube.com/watch?v=oHy8yWPbNd0&feature=related [Obs: O melhor 8D].

Nori nori nori e Soran são os mais difícil, porém, os mais legais \õ/ E eu estou dançando se vocês querem imaginar isso >_>.

(8) Yaaa~ren soran soran soran soran soran (x4) (8) *dançando* G_G .

Cara, vícia BDDD Sério, depois que você aprende a dançar você não consegue mais parar x_x *aquela que se empolga no meio do pátio do trabalho*.

Bem 8D Agora que estou cansada, suada e descabelada de tanto dançar ParaPara...Eu vou tomar um banho u_u E ficar vagando nos blogs alheios! \õ/.

Boa noite, crianças (L) Vovó ama vocês A3A

Erratas e...blá.

Bons tempos 8D (?)


Na parte 3 do My died butterflies in the wall (cara, que nome comprido pra ficar se escrevendo toda hora D:) eu escrevi sinto ao invés de cinto DD:


Argh, doeu meu rim quando eu li aquilo ¦ E poxa, eu fiquei com tanta preguiça de Ctrl + C e Ctrl + V na fic toda D: Deixei lá mesmo.


Só pra corrigir u_u Porque ODEIO erros ortográficos assim ;3; Espero que me desculpem.


Ah! Me deu preguiça de digitar o próximo capítulo 8D *apanho* Eu vou ver se crio vergonha na cara pra fazer isso amanhã...Ou mais tarde ._.


ENTÃO! EU QUERO UMA LHAMA /lolwhat?


É, quero uma lhama D: E o Sabu ewe A lhama porque elas são altamente hippies 8D (?) e o Sabu pra eu pedir um resgate e então seqüestrar o Ruki e depois o Reita A_A


Vou prender os dois (não, o Sabu não XD) num porão e os obrigarei a [censurado] até eles não poderem mais se mexer BDDD *risada trevosa*


Meu aniversário imaginário está chegando, olê, olê, olá \õ/ Vou ficar mais velha, flácida e feia '-' MAS, irei ganhar, finalmente, meu poster do I.V (X-Japan) 8DDD E não me belisquem u_u Se for um sonho eu me torno a Paprika ¦V /quack


Estava pensando em começar uma fic americana ._. Mas para isso. Preciso saber inglês, e pontos turísticos de NY e...Coisas americanas. E bem, não sou boa com isso D: Se alguém quiser se alistar para me ajudar A_A Aceito sugestões e apenas isso u3u *apanho²*
Só isso mesmo ._.
Mode on: surtos com o irmão 8D
Ouvindo: Moonson - Tokio Hotel

My died butterflies in the wall [Part.3]

Name: My died butterflies in the wall
Banda: the GazettE
Personagens: Reita x Ruki (Principal); Aoi x Uruha (secundário)
Gênero: Yaoi (Boys Love), Drama
Avisos: Conteúdo homossexual; Enquanto várias meninas querem possuir os gazeboys, eu tento encontrar uma maneira de que eles me possuam D: Enfim, até o próximo jogo de truco da PSCompany, eles não são meus u_u'

Sinopse: Uma pequena alma fascinada por borboletas. Takanori, um jovem que a pouco descobriu o que tinha e resolveu definir o que não queria ter, como o amor. Akira, um rapaz despojado que largou tudo para desbravar becos de Tóquio e esqueceu o que era ser amado. Uma rivalidade inevitável, uma redescoberta, uma perda de memória e a mágica das borboletas.

N.a: Eu digito minhas fics aqui mesmo no lugar de postar aqui do blog. Então, erros ortográficos são mais que normais.



N.a 2: Qualquer eventualidade, ou erro de nomes de lugares. Sinto muito.



N.a 3: Então, galerë, eu disse que terminaria a fic assim que chegasse em casa ._. Bom, eu NÃO cheguei em casa XDD Fui para a casa do Lucas fazer o trabalho do filme ._. E lá não tem computador G_G *Lucas na era Mesozóica*



Ruki POV

Depois do incidente no borboletário o próximo que encostasse em mim, tomaria um chute. Sério. Já não me bastava esbarrar de frente...Digo, ser agredido de frente por um babaca daqueles e adivinhe? Meu ódio estava totalmente focalizado na chuva de verão, foi só a menção da desgraçada e ela me aparece bem no caminho para casa.

Não que eu não gostasse de chuva. Eu a odiava. Odiava o verão, pois além de chover quando eu menos esperava, e precivasa, o calor das tardes era de matar qualquer um. Nervoso, enxarcado, agredido e mais que puto da vida eu cheguei em meu apartamento.

Agora, era apenas eu e minhas donzelas. Só. Sem barulhos do trânsito, sem as grossas gotas de chuva e principalmente, sem idiotas. Graças ao meu guarda-chuva, e ao meu "sexto sentido", minha pequena não havia sido danificada e eu finalmente poderia coloca-la junto as outras na moldura nova que comprei da óptica perto de Tsukiji.

Ainda me lembro do sorriso do vendedor. Era um moreno, mais alto que eu...E não sei porque, mas a frase:"Qualquer um é mais alto que você, Taka" soltada por Kouyou me veio a mente e fez meu sangue ferver e uma veia estalar em minha testa. Cretino. Enfim, o rapaz da óptica. Tinha o sorriso mais branco que eu já havia visto, digno de algum comercial de creme dental.

Como ele conseguia sorrir vivendo num mundo tão podre?

Era interessante, como as pessoas se apegavam a coisas materiais e emocionais. Se apoiavam em lembranças felizes, escondendo as tristes e relembrando as marcantes. Eu não tenho desse privilégio, sou um rejeitado por qualquer entidade divina, um fulano qualquer que esqueceu quem era e como foi parar onde estava.

Um ninguém. Sem sentimentos para se apegar, lembranças para se apoiar ou marcas do passado para se lembrar.

Vazio.

Bagunçei meus cabelos que gotejavam os rastros da chuva ainda presente lá fora, fechando a porta do apartamento e em seguida o guarda-chuva. Não me preocupei em mais do que deixa-lo na varanda para secar e em colocar a caixa em cima da mesa de jantar. Logo em seguida, pensei em já emoldurar minha pequena. Porém, pego doença muito fácilmente e gripe mais ainda. Resolvi banhar-me primeiro.

Além do mais, um bom banho quente me faria esquecer dos problemas...Esquecer dos problemas, ótimo trocadilho com a minha mente de merda.

Deixei a bolsa em cima da cama e tirei todos os utensílios e roupas que usava. O ar-condicionado estava desligado, a temperatura estava ambiente. Ou seja, calor. Nunca consegui usar o banheiro com a porta fechada, por isso, adentrei no box, fechando a fina porta de vidro e ligando o chuveiro.

Água. Eu queria tanto ser uma gota de água, num rio. Sempre seguindo o curso, sem se preocupar para onde vai. Uma gota de água não deve se perguntar quem é e porque está ali. Ela apenas...Segue o curso. Segue como eu venho fazendo a meses. Fluindo numa direção incerta, sem saber, ou querer saber, onde irá parar.

Tão livre, tão pura e tão desapegada. Vendo lugares novos, nunca parando em lugar algum. Contendo um final imprevisto.

Oh, ótimo Takanori. Filosofando sobre uma gota d'água. Incrível como a solidão chega num ponto desesperador a uma pessoa.

Deixei a água cair sobre o meu corpo. Lavando minha mente, alma e preocupações. Não que eu fosse alguém solitário. Eu tinha ao Kou e a minha mãe, já estava muito bom. Tinha as lembranças dos meses passados e minhas adoráveis borboletas.

Eu não precisava de mais, eu não queria descobrir mais.

Tudo que eu precisava já estava ao meu alcanse. E o que não estava era porque não deveria estar comigo. Simples.

Algumas pessoas poderiam ficar desanimadas ou desmotivas (N.a 4: Mas não ele, por Deus, ele é Joseph Klimber! 8D 8D 8D Ok ._. Parei), mas não eu. Não havia porque. Eu não via motivos para entrar em pânico por esquecer de tudo que vivi.

Acho que foi até melhor.

Meu banho não demorou muito. Enxuguei-me e logo já estava vestindo minha costumeira calça de moletom de ficar em casa. Surrada e totalmente cheia de manchas de tinta. Eu deveria pintar quadros ou paredes. Quadros. Não tenho cara de quem pinta paredes, nem sei fazer isso.

Segui para a mesa de jantar. Sem mais demoras peguei a moldura com espaço vago na parede e alguns alfinetes. Mais do que cuidadosamente espetei um dos alfinetes do tórax da donzela, a retirando da caixa. Em seguida peguei a cola quente, colocando uma pequena gotícula na parte traseira do tórax dela e a coloquei num espaço vago da parte interna da moldura.

- Perfeita...

Tirei o alfinete e dei alguns segundos para que a cola fizesse seu trabalho e eu pudesse finalmente recolocar o vidro. Fiquei olhando para as outras molduras na parede. Como num estalo lembrei da mariposa morta da minha varanda. Morta em partes, anteontem ela ainda estava viva.

Levantei-me da cadeira e fui para a porta da varanda. Eu tinha um nojo inimaginável de mariposas. Uma repulsa desdenhosa delas. Não sei exatamente porque, porém, quando uma voava perto de mim eu me encolhia e me escondia no primeiro lugar que estivesse perto.

Kouyou sempre disse ser frescura de colecionador e que eu tinha medo. Mas eu sei diferenciar nojo de medo.

Quando coloquei o guarda-chuva lá fora, tinha me esquecido completamente da coisinha repulsiva grudada no canto superior do local. Como ela foi parar no 12º andar, eu não sei, mas eu sei que seria esmagada cruelmente se não saísse no prazo de 15 segundos.

Com passos cautelosos, eu diria até calculados, eu me aproximei do inimigo. Lentamente...Calma...

Coloquei a cabeça pra fora da varanda e...SANTO DEUS! Rapidamente fechei a porta de vidro. Vendo a mariposa do tamanho do meu braço voando. Ok...Ok...Ela não era tão grande assim, mas era tão nojenta!

Argh, mariposas cretinas! Não sei que espécie que era, sei que deveria ter uns 30 cm. Céus, pra quê fazer um bicho tão grande e inútil? Uma mariposa aqui ou ela não aqui eu nem sinto falta. Eu só queria alguém pra matar esse inseto feio e gordo que estava grudado agora no vidro.

Tenho certeza que estava olhando pra mim.

Filho da mãe.

Com o dedo, fiz um gesto nada bonito praquela coisa horrenda e voltei a atenção para a mesa de jantar. Mais precisamente para minha amiga de asas. Coloquei a moldura na parede e contemplei minha coleção...Oh, eram lindas.

E eram minhas.

Com um dos meus problemas resolvidos, eu agora tinha um novo. A mariposa.

Mariposas não deveriam estar dormindo a essa hora da manhã? O que ela estava fazendo acordada? Cretina. Hoje mesmo eu vou comprar um inseticida e acabar com a graça dela...


- - - - - Mais tarde, naquele mesmo dia - - - - -


Olhei no relógio, 19:30. Era hora da matança. Sim, eu acabaria com alegria dessa mariposa idiota. Troquei de roupa, ajeitando meu cabelo e não me preocupando em levar mais que as chaves de casa e o dinheiro contado para minha arma. Digo, para o inseticida.

Tinha uma venda perto de meu edifício, era só pegar o atalho atravessando dois ou três becos e eu poderia chegar lá. Com o dinheiro num bolso, as chaves no outro e o ódio de réplicas de borboletas no coração eu fui para a venda.

Mesmo sendo noite estava calor, um terrível calor aliás. Afastando minha franja dos olhos eu atravessei o primeiro beco, estava vazio. Era estranho becos estarem vazios de noite, costumavam reunir muitos mendigos. Estava correndo boatos de que os donos de gangues e traficantes estavam tomando os lugares e os pobres sem-teto não tinham pra onde ir.

Enfim, pra minha casa é que não iam.

Reunindo coragem atravessei o segundo beco. Ok, esse não estava tão vazio.

- Hey, boneca, o que faz andando sozinha?

... Boneca?

Não fiz questão de olhar, continuei andando. Além do mais, esses mendigos faziam qualquer coisa por dinheiro. Apertei o passo e quando estava quase saindo daquele lugar sujo senti meu corpo sendo jogado contra a parede de um dos prédios.

- Não me ouviu, boneca?

Hoje. Definitivamente, não é meu dia. Dava pra sentir o hálito de bebida a distância. E ao contrário do que pensei não era um mendigo, pior, deveria ser um ladrão.

- Por favor, me solte.

Vi a expressão dele mudar. Acho que ele entendeu que eu não era uma garota, mas não foi por isso que se afastou.

- Ah, então...É um pirralho...

Ok, bom que isso não tenha sido uma insinuação sobre minha altura.

- Senhor, me solte por favor...

Se ele fosse um ladrão não iria roubar muito. Não mais que 600 yens para o inceticida. Eu sairia mais que perdendo, não só o dinheiro, mas sim a guerra contra a mariposa.

- Vamos fazer assim, você me dá tudo o que tem aí e eu penso se te solto.

Ótimo. Lá se foram 600 yens. Tirei as notas do bolso e ele encaminhou o olhar para a minha mão. Sorrindo torto.

- Qualé, pirralho, você deve ter mais aí...

Eu odeio proximidade. E ele estava perto demais de mim. Dava pra sentir aquele hálito nojento esbarrando na minha boca.

- Eu não tenho mais nada, sinto muito.

Ele não levava jeito de ser pobre. Apesar daquele cheiro horrível e do cabelo desarrumado, ele usava roupas caras. Deveria ser algum víciado querendo dinheiro pra comprar maconha.

Nota mental: Nunca mais andar em becos depois das 18:00.

- Eu sei que tem...

E uma das mãos que estava apertando meu ombro começou a descer perigosamente pelo meu corpo. Filho da...

- Anda, baixinho, eu sei que você tem mais alguma coisa pra me dar...

... Baixinho?

Com uma força de sei lá onde, empurrei o rapaz pra longe. Ah, se ele não fosse duas vezes o meu tamanho ele estaria beijando o chão agora. Aproveitando a deixa, corri para o final do beco. Consegui correr mais que dois metros e senti meu cabelo sendo puxado.

Ah, eu estava fodido. Literalmente.

Antes de colocar em prática meu plano de gritar até minhas cordas vocais estourarem, ele colocou alguma coisa na minha boca. Pelo gostoso de tinta, acho que era um bolo de jornal.

Fui jogado contra a parede mais uma vez, e nem toda a força que eu tinha foi suficiente para surrar aquele cretino. Ele tateou meus bolsos e segurando meus pulsos com apenas uma das mãos começou a desafivelar meu sinto com a mão livre.

Alguém lá em cima, realmente, me odeia.

Olhei para os lados procurando alguma coisa que me ajudasse. Nada. Ninguém.

Só... Só dessa vez, Deus, mande alguma salvação. Mande...Algo.

Alguém...Me salve.

- Solta ele, Himuro.

Ouvi o engatilhar de arma. Meus olhos já estavam suficientemente marejados para eu enxergar mais que borrões. A mão em meus pulsos afastou-se, assim como a outra que se encontrava em meu baixo ventre.

- Some daqui antes que eu te faça respirar por mais um furo.

Retirei o papel da minha boca e tossi, ajoelhando-me e deixando algumas lágrimas serem derramadas. Olhei para cima, ouvindo:

- Hey, salva-vidas de aquário, se machucou?

Era...Ele.

---------x--------- x ---------x----------- x ----------x

AEEEEW! \õ/

Preciso explicar o lance do Joseph Klimber XD Eu fiquei rindo litroz' quando lembrei...:
http://www.youtube.com/watch?v=6ueWu6SluFk


É de chorar de rir X'D "Mas a vida...A vida é uma caixinha de surpresas" ¦D

Estou tão empolgada (e sem mais o que fazer) que irei postar o próximo capítulo! \õ/

AH! Meu irmão chegou! AHHHHW! ~~~/o/

Eu estava com saudades infinitas dele! *-* Das mongolisses, piadas sem nexo e das broncas de que eu sou uma inútil.

- No aeroporto -
Eu: *-* Cadê ele, cadê ele?!
Irmão: *chegando de fininho* AHHW! FOGO! FOGO!
Pessoas: OOO: *olhando assustadas*
Eu: WTF?! HARUUUUUUUUU!!! *agarra, amassa, aperta até sair melequinha pelos ouvidos* *-*
Irmão: ¦'DDD


Cara o_o Quero sair com meu irmão, rápido, vou apresentar a cidade pra ele (não que tenha muito o que ver por aqui D:), vamos saltitar nos campos floridos do hall do prédio (8D 8D 8D ?) e...*-* Nos divertir \õ/

Bom amiguinhos, vou escrever o próximo capítulo! /õ/

quinta-feira, 4 de setembro de 2008

<3 Escolares


Estou no trabalho/escravidão D: Sim, trabalhando/escravizada LOL D:
Técnicamente fazendo nada ._. Hora do intervalo e... *não sabe o que escrever, bgos* Então .-.
AH! 8D Sábado meu irmão vem pra cá *-* Ah! 8D 8D 8D
Anda sábado cretino, cheeeega~ chegaaaa~ *saltita com os unicórnios*
Segunda-feira tenho que ir para o estúdio conversar com o Zé (vulgo viado) e_e
E depois, assistir um filme para fazer um trabalho. Nada de mais D: *LOL* Sofrendo cotidianamente, como sempre. Triste por conta de uma pessoa que passou a me ignorar, triste por conta da fic que eu não consegui terminar E POR FALAR EM FIC, MINHAS CRIANÇAS 8D
EU. VOU. CONTINUA. A My died butterflies in the wall. QUANDO. EU. CHEGAR. EM. CASA /cu
Enfim ._. Saudades infinitas da Manu, do Yoon (PRINCIPALMENTE DO YOON) e tentando aprender gramática
Voluntários pra me ensinar gramática? D: *argh* Supletivo, supletivo, supletiiiivo!
Vou fazer o raio do cursinho e então ver se rola de eu fazer inscrição em alguma coisa -_- /ah
Enfim, alguém leu até aqui? @_@ Preciso fazer outro post, só quem SEM TER ALGUÉM LENDO =D
Então ._. Só... *sem idéias*
VIRAM SÓ A FOTO DO RUKI? 8D Viram viram viram viram???? *cough, death*
Preciso finalizar o post, galerë... õ/
Nos falamos mais tarde *3*/

quinta-feira, 28 de agosto de 2008

My died butterflies in the wall [Part.2]

Name: My died butterflies in the wall
Banda: the GazettE
Personagens: Reita x Ruki (Principal); Aoi x Uruha (secundário)
Gênero: Yaoi (Boys Love), Drama
Avisos: Conteúdo homossexual; Enquanto várias meninas querem possuir os gazeboys, eu tento encontrar uma maneira de que eles me possuam D: Enfim, até o próximo jogo de truco da PSCompany, eles não são meus u_u'

Sinopse: Uma pequena alma fascinada por borboletas. Takanori, um jovem que a pouco descobriu o que tinha e resolveu definir o que não queria ter, como o amor. Akira, um rapaz despojado que largou tudo para desbravar becos de Tóquio e esqueceu o que era ser amado. Uma rivalidade inevitável, uma redescoberta, uma perda de memória e a mágica das borboletas.


N.a: Eu digito minhas fics aqui mesmo no lugar de postar aqui do blog. Então, erros ortográficos são mais que normais.

N.a 2: Qualquer eventualidade, ou erro de nomes de lugares. Sinto muito.


Reita POV

Merda, merda, merda...Merda. O dia já me começou ruim, o que lá não era novidade. Eu estava atrasado...E, porra, eu odeio o conceito atrasado...Não que eu tivesse esse "nhénhé" de pontualidade ou algo assim, mas sim porque Aoi me comeria o...Bem, ele me mataria se eu chegasse atrasado no beco. Antes um Aoi lerdo do que um Aoi lerdo nervoso. Há diferenças.

Olhei no relógio digital em cima do criado mudo. 07:50. Merda. Tomei uma ducha fria pra espantar qualquer encosto que estivesse...Encostado em mim e deixei os cabelos de qualquer jeito caindo no rosto. Juntei minha faixa inseparável e algumas roupas, costumeiramente, de couro e pretas. Com a faixa posicionada em frente ao meu nariz, os cabelos de qualquer jeito e com a calça de couro estalando de nova. Eu segui meu caminho para o beco.

Nada mais do que 5 minutos e alguns tantos para se chegar naquele lugar imundo. Tudo muito sujo e horrível, mas nos fazia sentir em casa...Na verdade, o trabalho de banir mendigos fétidos de becos era realmente divertido. Não só pelo fato de quebrar um pau, às vezes literalmente, mas sim porque era minha vida.

Não. Não que isso seja um trabalho, mas eu precisava de becos para vender minhas drogas. E aqueles velhos sem dentes e bêbados estavam atrapalhando meu comércio. E como bom homem de negócios que sou, eu tenho de presar minha discrição, e mendigos não poderiam me ajudar com isso.

Fato é, depois de uns minutos eu estava em frente a Esquina do Tráfego. Como eu mesmo apelidei. Era ali, na esquina mais escondida de Shimokitazawa que acontecia as transações. Onde rolava a minha verba. Os policiais não passavam por ali e minha presença era muito bem falada nas haves e baladas daquele bairro, fazendo com que meus compradores aparecessem em rios.

Durante...12 anos eu consegui minha vida assim. Deis de que meus pais morreram num assalto a mão armada e o culpado não foi devidamente julgado, além de perder a confiança na justiça eu perdi o amor. Vamos concordar que, sem família e sem amor eu não tinha muitas opções no que me firmar. Antes vender drogas do que vender a bunda.

E eu estava feliz assim. Claro que feliz e com duas cicatrizes de tiros no braço esquerdo e uma na perna direita. Eventualidades inesperadas.

Quando cheguei ao local avistei Aoi tragando um cigarro. O que me lembrou que além de ter esquecido meu maço em cima da mesa de jantar eu não havia tomado café, nem engolido alguma coisa que forrasse meu estômago.

- Bom dia, Ue-chan...- ouvi.

- Me chama assim denovo e é menos uma arcada dentária pra você, cretino.

Ele riu, apagando o fumo nos tijolos carmesim do prédio e umideceu os lábios com a ponta da língua:

- Pronto pra mais um dia de trabalho?

Acho que essa frase no vocabulário de Aoi era mecânica. Todo santo dia eu ouvia a mesma coisa antes de ir para a labuta.

- Tenho outra escolha?

Ele negou com a cabeça, sorrindo pequeno e se aproximou, colocando a mão sobre meu ombro:

- Hoje nós teremos de andar além de Shimokita...

Além? Ele estava pensando em invadir outro território?

- Está pensando em...

Antes mesmo de eu terminar a frase ele acentiu e...Porra, ele não tinha medo de morrer?

Acho que não.

Conhecendo Yuu feito eu conhecia...Era realmente difícil de acreditar que ele sentisse calafrios quando se comentava o que poderia acontecer com ele se fosse pego vendendo drogas no território de um Yakuza ou algo assim. Claro que não poderia negar que o passado de Aoi foi muito pior que o meu, e deveria ter mais a ser descoberto, coisas mais sujas que ele deve ter sofrido que por orgulho ou por medo de se apegar novamente aquela dor preferiu não compartilhar.

Ele tinha a filosofia de vida de que: "Quando um profeta estiver pronto, ele usará de sua sabedoria". Claro que ele disse isso quando estava bêbado e drogado, mas fazia sentido...

Aoi era um desgraçado. Mas eu devia muito a ele, e nem por mais duas vidas eu poderia pagar...Ele foi o único que me estendeu a mão quando eu mais precisava, que me deu um abrigo, comida e trabalho. Se tornou meu amigo.

- Você é louco, Yuu.

Aoi apenas me sorriu, colocando as mãos nos bolsos da calça jeans surrada que usava e saiu andando dizendo:

- Se quiser ficar fora dessa, eu vou entender.

Foi minha vez de rir. Quando foi que ele ficou heróico dessa maneira?:

- E perder a diversão? Ah. Me tirou, ne?

Ouvi um ofego de deboche e o vento gostoso daquela manhã que começou uma merda atingiu nossos cabelos, me fazendo lembrar que eu ainda estava com fome...

- Yuu, eu vou caçar alguma coisa pra comer...Não coloquei nada pra dentro deis de ontem.

Ele apenas acentiu, dizendo:

- Você está sempre com fome, Akira. Tenho pena da mulher que casar com você...

Mulheres. Fazia quanto tempo que eu não tinha um caso, realmente, sério com alguma? Yuu vivia tirando um barato com a minha cara sobre eu ser gay. Argh...

- Nenhuma mulher aguenta meu estilo de vida, Aoi.

- Tem razão, você precisa de um homem mesmo -riu.

Filho de uma puta.

- Cala a boca, cretino.

Seguimos para a estação de Shinjuku, tudo muito próximo. Aproveitei para comer alguma coisa no pequeno restaurante que tinha lá e entramos num metrô para Chiba. Eu sempre seguindo Aoi. Para onde ele estava indo?

- Aoi...Você está indo pra Chiba?

Ele apenas ajeitou a jaqueta de couro e acentiu. Ele agora virou um homem de poucas palavras?

- Pra quê?

Sua atenção estava presa nas imagens lá fora. Ôh sujeitinho desgraçado! E me deixando no total vácuo a viagem seguiu. Eu olhando para o nada e ele se divertindo com o cinza, prédio e água que via no caminho.

Silêncio.

Que vontade de gritar, aqueles bonecos artificiais chamados de população ali dentro, todos quietos, se concentrando em alguma coisa. Merda.

Depois de ficar 20 longos minutos sem fazer absolutamente nada, as portas para a estação de Chiba se abriram e lá fui eu seguir Aoi.

- Dá pra você me contar pra onde estamos indo ou 'tá complicado?

Ele apenas coçou o cavanhaque imaginário [N.a 3: XDDD Cavanhaque imaginário, minha criação mais sublime 8D 8D] e suspirou, respondendo:

- Ao zoológico.

...Oi?

- Zoológico?!

O filho de uma puta me faz leventar num sábado em que eu podia estar entocado em casa, mofando e assistindo TV até me dar na telha alguma atividade, para ir ao zoológico?!

- É, sabe, a quanto tempo você não vai a um Zoo, Akira-chan?

Ele quer o quê? Vender maconha pros leões??

- Yuu, vai tomar no cú. Sério.

O palerma simplesmente riu e quando eu estava pronto para dar meia volta, ele disse:

- Só quero ver alguém, depois disso vamos encontrar o fornecedor.

Isso fez minhas pernas voltarem ao rumo rapidinho. Porque eu me coçava todo para saber quem era esse tal fornecedor. Quem era o manda-chuva do negócio. O chefão de tudo. Eu não perderia essa oportunidade, não mesmo.

- Me convenceu a ficar.

Ele apenas negou com a cabeça, e não demoramos tanto para chegar ao tal zoo e depois a um lugar...Estranho. Era um tipo de meia bola, uma redoma. Isso, redoma. Grande, muito grande e revestida por uma rede bem fina. O que merda era aquilo?!

- Me espere aqui fora, ok? Eu volto em um minuto.

- O que merda tem aí dentro?

- Borboletas.

...Ele começou um novo negócio e eu não estou sabendo? Vender LSD para insetos poderia ser lucrativo...

- Eu não demoro, Akira-chan, prometo.

Uma coisa que eu aprendi em anos de convivência com esse puto é que nunca devemos dar a mão pra ele sem ter no que se apoiar. Em outras palavras, confiar em Shiroyama Yuu sem ter um plano B em mente é o mesmo que assinar seu testamento...Ele era um filho da puta em todos os quesitos opcionais possíveis.

Não que ele fosse um péssimo amigo...É, ela era um sim. Mas enfim, não que ele fosse um mal caráter, ele só aprendeu a viver se aproveitando das pessoas, isso faz com que ele faça tudo pensando no seu próprio bem. Acho que é outra coisa que já se tornou mecânica nele...

Apoiei-me numa mureta, perto da cúpula. O clima estava bom, o zoológico vazio, e eu não tinha ninguém para dar uma rapidinha em algum lugar escuro...Ah, vida injusta...

Coçei minha nuca, eu estava com uma puta dor no pescoço...Tudo culpa do Aoi, se ele não me fizesse sair de casa num final de semana, eu poderia estar assistindo algum programa fútil na TV. Era incrível como eu conseguia estragar o dia de alguém...Myuka, minha última "namorada" disse que eu só sabia reclamar e que não saberia nunca fazer alguém feliz. Claro que eu estava drogado e só lembro disso do provável imenso sermão que ela me passou antes de romper nosso "namoro".

"Namoro" não muito namoro, porque eu só ia pra camar com ela e pronto. Nós dois éramos basicamente isso, sexo.

Sexo.

Uma palavra tão curta, mas que faz as pessoas ficarem tensas e arregalarem os olhos. Isso porque é o termo certo, imagina quando uso as vulgariedades?! O que mais me irrita nessa merda de país não são as pessoas de plástico, o clima variável ou os fios telefônicos que servem de puleiros para os corvos. E sim o TABU. O que ronda essa merda de sociedade. Tanto a japonesa quando a mundial. Nada contra homossexualismo, por exemplo, eu só não quero que meu filho seja um.

Tossi. Se um dia eu ficasse famoso, ser contraditório assim em rede nacional seria um baita mico. Nunca consegui dizer nada com nada, nem agir que não fosse por impulso.

Isso me rendeu bons machucados, boas feridas no coração e bons momentos.

Sim...Bons momentos. Aqueles escondidos nos meus pensamentos, aqueles que foram encobertos pela sombra da tristeza e solidão. Por mais judiados que estivessem, ainda se encontravam lá. Tudo o que eu vivi antes de minha vida se tornar um inferno. Tudo que passei com meus pais antes daquele assalto.

Meus dias felizes.

Argh! Quanta besteira! Acabei de descobrir que acordar cedo no sábado me deixa meloso...E porra! Que raio de visita é essa?! Aoi foi fazer o quê?! Trepar com uma borboleta?!!

Olhei para a porta da coisa redonda e ri com a imagem mental que me veio do Aoi com uma borboleta. Ri. Escadalosamente, e tenho certeza que se tivesse alguém pra ver aquilo também riria.

Essa mente suja, egocêntrica e perversa ainda vai me custar bons nacos de carne do couro.

Não que eu me importe, na altura que as coisas chegaram...Perder um braço, uma perna ou morrer é a mesma coisa. Sou um anônimo de uma cidade resguardada de lixo social. De pessoas que vendem o que tem e o que não tem para comprar pó. Almofadinhas que gastam milhões de yens com cargas de maconha. Estou numa sociedade de escórias. E admito. Sou um desses monstros movidos por dinheiro e pelo vício.

E o melhor. Não me envergonho.

Caralho! Onde é que o Aoi se meteu?!!

Mais do que nervoso, fui em direção a redoma feia e abri a porta descascada do local, depois, abri com toda a força a grade de um verde limão e senti ter acertado alguma coisa.

Puta.que.pariu. Acertei um enfeite de anão do zoológico!

Ah, espera. Não. É um garoto. Ele se apoiou em mim, acho que a pancada deve ter sido bem forte. Puta, mas que tipo de animal fica bem atrás da grade? Pediu pra tomar uma bem na cara!

- Hey, salva-vidas de aquário, se machucou?

Depois que notou onde estava, quem era ele e que tinha tomado uma "gradada" bem na testa, ele se afastou lançando um tremendo de um olhar fuzilante pra mim. Colocou a mão no machucado de nada e sentiu o filete de sangue.

Espero que ele não chore.

- Hey, Taka! 'Tá tudo bem?

Olhei rapidamente para...Ok. O Aoi era mesmo um puto, agora sei porque ele veio aqui. Veio traçar o tal cara loiro...Hum...Filho da puta.

O pigmeu confirmou com um gesto que estava bem e depois de jogar um novo olhar maldoso pra mim, desviou-se e saiu do lugar.

Baixinho nervosinho...Credo, vou ter de tomar outra ducha fria pra tirar a praga que ele deve ter me jogado...

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Aoi = Shiroyama Yuu
Ruki = Matsumoto Takanori
Reita = Suzuki Akira
Uruha = Takashima Kouyou

Só para esclarecer :D

Reita falando palavrão, bgos 8D

Essa é a versão do Reita 8D O próximo capítulo terá mais conteúdo. Claro, na visão do Ruki 8D 8D 8D
Espero que tenham gostado õ/

Sofrimento <33

Credo ._. Que título mais emo D:

Mas acho que é o sentimento que mais me define nos últimos dias. Sofrimento. Sofrendo por um amor perdido, sofrendo por outro amor impossível e sofrendo por...Por amor.

Por ódio e etc. Coisas de uma garota problemática que só se quer ver livre de tudo aquilo que machuca e que destrói -_-'

Meu dia já não começou bem, acordei com uma dor de cabeça horrível D: Foi aquele sorvete de morango /delícioso 8D/ de ontem a noite D: Maltratou meus sentidos (Y) Sorvete de morango /delícioso 8D/ maldito D:

Quero engordar ._. Acho que sou a única pessoa que fica feliz quando escuta:"Nossa, você engordou uns quilinhos =/" 8D 8D 8D

Então, galerês e galerás. Estou indo escrever o próximo capítulo da fic \õ/


quinta-feira, 21 de agosto de 2008

My died butterflies in the wall

Name: My died butterflies in the wall
Banda: the GazettE
Personagens: Reita x Ruki (Principal); Aoi x Uruha (secundário)
Gênero: Yaoi (Boys Love), Drama
Avisos: Conteúdo homossexual; Enquanto várias meninas querem possuir os gazeboys, eu tento encontrar uma maneira de que eles me possuam D: Enfim, até o próximo jogo de truco da PSCompany, eles não são meus u_u'

Sinopse: Uma pequena alma fascinada por borboletas. Takanori, um jovem que a pouco descobriu o que tinha e resolveu definir o que não queria ter, como o amor. Akira, um rapaz despojado que largou tudo para desbravar becos de Tóquio e esqueceu o que era ser amado. Uma rivalidade inevitável, uma redescoberta, uma perda de memória e a mágica das borboletas.

N.a: Eu já tinha acabado essa fic, escrevi aqui mesmo. Mas um acidente aconteceu e eu a perdi D: Por isso terei de digita-la novamente '-' Não me importo de digitar novamente, só que a qualidade não sairá a mesma -_-'

N.a 2: Como vocês devem ter notado pelo comentário a cima, eu digito minhas fics aqui mesmo no lugar de postar aqui do blog. Então, erros ortográficos são mais que normais.

N.a 3: Qualquer eventualidade, ou erro de nomes de lugares. Sinto muito.

Ruki Pov
Acordei cedo como de costume. O clima estava agradável, ainda eram 07:30 da manhã, mas o som de alguns carros reverbava pelas ruas e em torno dos arquitetônicos prédios da grande metrópole de Tóquio. O calor do sol ainda não se fazia presente, mas o começo de seus raios iluminavam meu quarto. Pena que daqui a algumas horas aquele calor horrível dominaria a cidade.

Resolvi parar de perder meu tempo, por mais que observar o começo da manhã me relaxasse ao extremo, e ir tomar banho. Ontem, Kouyou ligou-me avisando que tinha uma Marpesia petreus sobrando em seu estoque, e eu como bom colecionador de borboletas não pude recusar a oferta.

Não perdi muito tempo no banho, afinal, eu deveria estar lá 08:00 e eu gostava de ser pontual. Coloquei uma costumeira roupa e olhei para o céu lá fora, estava limpo... Bom, o clima japonês no verão era imprevisível. E eu não queria ser surpreendido por uma "chuva de verão", não com o risco de ter as asas de minha Marpesia petreus danificadas.

Coloquei um guarda-chuva de médio porte em minha mochila e colocando meu colar da sorte, parti para a Estação de Shinjuku, tomei meu café rapidamente por lá mesmo e tracei mentalmente o caminho para o zoológico.

Peguei a linha de Keiyo, essa era a melhor forma de se chegar em Chiba sem se sentir uma sardinha enlatada. Depois de pouco tempo de espera, adentrei no vagão e tratei de sentar-me num banco vago. Tirei o Ipode de dentro mochila e pude desfrutar de The Crying Game do Boy George durante o desenrolar da viagem.

Como eu tinha 20 longos minutos de espera até meu destino, e eu não queria nem ter de pensar que teria de andar toda a Baía de Tóquio, para então chegar a Wakabae para finalmente receber meu -merecido; prêmio. Afinal, valia a pena se sacrificar por uma espécie rara por aqui...São 24.000 espécies de borboletas e eu tenho apenas uma parede de emolduradas carcaças coloridas! Kouyou sempre dizia que eu me assemelhava ao Ash, do Pokemon. A diferença, é que eu era menor e que não colecionava bichinhos metamórficos.

Resolvi desviar o rumo de meus pensamentos, antes que eu desse vexame no metrô, e passei alguns minutos distraído com os devaneios de que deveria limpar meu apartamento e que deveria visitar minha mãe em Kanagawa, e eu acho que só não fazia ambos por preguiça mesmo.

De pensar, morreu um burro. Concentrei-me na paisagem depois do reforçado vidro daquele cubículo de metal. Mesmo cheia de prédios, asfalto e sendo totalmente sem graça...Tóquio ainda era bonita de um certo ponto de vista. As pessoas mal humoradas e apressadas não me afetavam, não ao meu temperamento alheio a tudo.

Aquela gigante metrópole não impunha autoridade sobre mim, nem ao meu senso. Afinal, boa parte do que vivi nela eu havia esquecido. E se fosse melhor assim, não seria eu que tentaria descobrir mais do que uma mãe em Kanagawa e um amigo num borboletário. Já me era o bastante.

Fiquei tanto tempo criticando o senso comum japonês que se não fosse pela voz grave do mecanista do metrô eu ficaria ali até a estação final. Desligando o Ipod e o guardando no bolso, desci na Estação de Chiba, e cogitei a possibilidade de que se minhas pernas colaborassem eu poderia seguir para a Tokyo Tower, deve ser divertido tirar algumas fotos lá de cima.

E deixando meus pensamentos vagarem, percorri meu caminho, sempre olhando no relógio de pulso. Finalmente eu havia chegado no Chiba Zoological Park, comprei meu ingresso e adentrei no imenso local.

Meus pés já sabiam o caminho de cór para a cúpula em que minhas pequenas donzelas ficavam. E era tão bom que elas não ficavam com medo da minha mania taxidérmica por elas...Enfim, o zoológico estava vazio para um sábado de céu limpo. Não que eu quisesse ficar desvencilhiando-me de crianças correndo e gritando por conta de alguns leões com sono.

Pelo contrário, o silêncio me agradava...E muito. Admito que deis de que me conheço por gente -o que não faz mais do que 1 ano; eu sou um típico "bicho do mato". Um rapaz de seus 26 anos, publicitário e adorador de borboletas, com uma parede de Ninfalídeos, Papilionídeos, Pierídeos, Licenídeos, e Hesperiídeos lindos banhados em formol e postos cuidadosamente nos mais variados tipos de moldura dos mais diversos tamanhos.

Existem pessoas que colecionam selos, outras papel de carta e outras insetos mortos. Qual o problema?

Depois de uma bela reflexão sem fundamento sobre mim mesmo, cheguei ao borboletário. Sem mais precisar ler os avisos de precaução, eu abri a porta revestida com uma tela protetora e logo em seguida a grade do local. Vi minhas donzelas dançarem ao vento, com lufadas cautelosas de suas asas e com muita graça bailavam em um ritmo que apenas elas entendiam.

Parei alguns segundos para admirar aquela bela visão. As mais diversas borboletas, de cores, formas e tamanhos diferentes. Todas atraentes e perfeitas.

Deixando meu vício de lado, adentrei na pequena sala que se encontrava no canto do belo jardim fechado. E, de imediato, ouvi:

- Está 2 minutos atrasado, pequeno.

Sei que ele fazia de propósito. Bufei, revirando os olhos e o vi sentado atrás de sua mesa de puro carvalho, olhando algumas crisálidas em um vidro. Como se ele usasse o poder da mente para que os pequenos casulos se abrissem e ele pudesse ver com os próprios olhos o nascer de seus bebês.

E depois de alguns segundos, que foram apenas de confirmação para ver se os casulos não se abririam mesmo, ele me fitou. Sorrindo e lendo meus pensamentos disse:

- Sua princezinha está em cima da outra mesa. Ao lado da Papillio (Papillio zagreus) emoldurada.

Oh sim, minha Marpesia petreus, meu pequeno prêmio pela minha viagem. Só isso mesmo para me fazer sair do centro de Tóquio...Caminhei pela bagunça do local e vi ao lado da borboleta morta de asas alaranjadas com detalhes pretos uma caixa. Era ela, não era?

- Taka, não repare na bagunça. Sabe que apenas você e eu, claro, entramos aqui...

Sorri de canto e peguei o pequeno cubo de papelão púrpura em minhas mãos. Abrindo a tampa como se fosse algo de extrema delicadeza. E, então, pude comtempla-la...Minha bela donzela de asas da mesma cor da majestosa pele de um tigre. Pequena, frágil e já mergulhada no formol pelo meu amigo.

Meu sorriso se alargou mais, o que durou pouco...Como sempre.

- Kouyou, não vão sentir falta dela?

Virei-me para encará-lo e não fiquei surpreso de vê-lo fitar as crisálias:

- Oras essa, Taka! Acha mesmo que alguém liga para o que eu faço ou deixo de fazer aqui? Mais patético que falhar nesse meu trabalho mecânico é deixar uma tartaruga escapar!

Rimos por um instante e aquele silêncio, nada incômodo se formou. Eu nunca quis saber o por que de Kouyou ter chegado a essa profissão. Nós nunca - nesse 1 anos de minha existência memorial; discutimos sobre o nosso passado. Eu não dizia do pouco que me lembrava e ele não falava o que já tinha vivido, por acaso algo escapava. Mas, não porque fosse secreto...E sim porque achávamos desnecessário.

Fechei a caixa para que minha bela amiga fosse preservada e aquele silêncio gostoso foi quebrado pelo ranger das grades do local. Será que foi apenas mencionar implicitamente que ninguém vinha fazer fiscalização que algum babaca apareceu para dar uma olhada no estoque?

Para ter certeza, e tranquilizar Kouyou que impressionantemente pensou o mesmo que eu, segui até o vidro cravado na porta. Vendo nada mais do que um rapaz moreno, com um piercing adornando o lábio inferior, ele admirava mais as flores do que as borboletas em si...De fato a presença de apenas um visitante fez minha guarda baixar.

- É apenas um visitante. Moreno de piercing.

E o que para mim foi motivo de alívio, para Kou foi algo...Não sei definir. Não que aquela feição dele de:"O quê?!" Não me dissesse que ele não tinha acreditado em minhas palavras, mas suas próximas ações de deixar os casulos tão amados de lado e ir ver na janelinha e depois a atitude de soltar o cabelo, antes preso em um rabo-de-cavalo, e ajeitar os óculos de aros grossos me dizia que ele foi tomado por uma leve onda de tensão.

- É ele, Taka! É ele!

Olhei mais uma vez para o tal cara, extremamente entretido com as flores, e voltei minha atenção para o loiro. Arqueando uma sombrancelha.

- Ele?

- Sim sim! Yuu! Esse moreno vem sempre aqui, todo santo dia. Religiosamente. Ele está aqui para ver as flores.

Se ele queria ver flores porque não ia para um jardim botânico? Sei que ele vem pra ver as flores...Seme permitem o sarcasmo.

- Taka! Ele é tão meigo! Um amor de pessoa!

Bufei, revirando os olhos pela segunda vez e resolvendo ir embora para deixar os "pombinhos" em paz, arrumei meus revoltos cabelos vermelhos e saí da saleta. O rapaz moreno voltou rápido, rápido até demais, o olhar para mim e deu pra notar a clara decepção em me ver e não ao Kou.

- Kouyou, rápido. Você tem visita.

A brincadeirinha de mais cedo dele sobre meu atraso agora estava vingada...Soltei um riso baixo e negando com a cabeça pude ver o olhar do moreno se encher de esperança ao descobrir que Kou também trabalhava nos sábados.

Segui para a saída e quando minha mão ia até a tranca daquelas grades as mesmas se abriram com tamanha força e atingiram minha testa sem qualquer tipo de piedade. Merda! Quem era o cretino que abria aquilo com tanta brutalidade? Zonzo, apoiei-me em algo na tentativa de não cair enquanto minha visão e sentidos voltavam a naturalidade.

- Hey, salva-vidas de aquário, se machucou?

Vi que estava apoiando em um rapaz, um pouco maior que eu, com uma faixa que encobria seu nariz e com uma cara de poucos amigos...Espera, ele me chamou do que eu ouvi? Quem ele achava que era?

Rapidamente me afastei dele, levando a mão vaga até o lugar em que recebi o impacto. Graças a Deus eu não havia deixado a caixinha cair no chão, mas em compensação havia um pequeno filete de sangue escorrendo da minha testa.

- Hey, Taka! 'Tá tudo bem?

Respondi afirmativamente com um gesto da mão para a pergunta de meu amigo e encarei o loiro lançando-lhe o olhar mais mortal que eu tinha no momento. Bufei e desviei-me do corpo dele.

Convencido...Ainda bem que nunca mais vejo uma figura dessa na minha frente...

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Ok, pra você que leu:
- Sim, o Ruki é ruivo e antisocial
- Sim, o Uruha usa óculos e tem o cabelo comprido
- Sim, o Reita é um badboy
- Sim, escrevo muito mal

Então ._. Esse é o fim do primeiro capítulo da minha fic e_e Espero que tenha gostado O: